quarta-feira, 23 de março de 2011

Manifestação 14 de Maio Vila Nova de Milfontes

Parque Natural SIM reserva de indios NÃO !

Não somos criminosos mas sim pescadores !

Não á despropriação das nossas terras que herdamos dos nossos pais e avós !

...Os terrenos dos pobres têm que ter os mesmos direitos que os terrenos dos ricos.!

As leis de pesca e da apanha do marisco têm ser alteradas !



Tragam a familia inteira !!!

Pedimos aos habitantes todos em força !!

Pedimos aos clubes recreativos, casas de pesca, associações, pescadores de Portugal a vossa comparencia.

Aos jovens serão certamente o nosso futuro e a garantia que esta costa nunca ficará deserta ao abrigo de leis imorais.

Para que não tenham que emigrar como as nossas familias



Esta manifestação foi convocada por unanimidade pelas juntas de freguesia da Costa Vicentina e Sudoeste Alentejano numa reunião realizada com as comissões.

Esta decisão foi ratificada pela Assembleia Municipal de Odemira.



Vai ser concerteza a maior manifestação de sempre realizada no ALENTEJO !!!



Sem sacrificios não há conquistas !!

sábado, 19 de março de 2011

Mais uma Dupla Jornada!!!

Boas,

Hoje em mais uma jornada de spinning na companhia do Migue, por volta das 06:00 lá nos fizemos ao pesqueiro.

Chegados ao local, e com meia duzia de lançamentos, ferro o meu primeiro robalo. ehehehe
 

Acusou na balança 1,500Kg

A partir dai eu o Miguel ainda insistimos mais um pouco, mas não estava lá mais nenhum

Foi altura de mudar de pesqueiro, mais para Norte, e e entrar com a mesma equipa (A40)

Foi altura de capturar o meu segundo robalo, mais pequeno que acusou 1,100Kg.

Demos por terminada a pescaria por volta das 12:30

Um abraço e boas pescas.



Nota: O Miguel ainda foi esta tarde à pesca e pelos vistos, salvou a sua 6ª grade consecutiva com um belo robalo (relato mais tarde)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Encontro/Convivio Oceano Ibérico 28 e 29 de Maio 2011



Desta vez apostamos num encontro de dois dias, a realizar-se no fim de semana de... 28 e 29 de Maio com várias actividades:


- Vamos ter oportunidade de pescar em água doce, na barragem de Morgavel e no paraíso que é a maravilhosa costa alentejana


- 2 pequenos concursos. Um em água doce e outro no mar. (facultativos - ninguém é obrigado a participar)


- Apresentações por parte de convidados 


- Feira de usados onde teremos oportunidade de comprar, vender e trocar todo o tipo de material de pesca


- Tempo livre para conhecer a zona, ou para pescar ainda mais


- Convívio, comes e bebes e muita animação.


- Prémios e brindes para os participantes


Marquem já nas vossas agendas e comecem a "ganhar créditos" com esposas e namoradas 


Mais informações dentro em breve

Fiquem atentos



sábado, 12 de março de 2011

A última Ceia....

Boas,

Mais um fim-de-semana, mais uma jornada de spinning, desta vez, para além do Miguel Soares, com a companhia de mais um membro do Oceano Ibérico, o Pedro Cortes

Encontro ás 07:30 no café "Marcelino" na Portelas, e ala que se faz tarde, direitinhos ao pesqueiro...!!! Chegados ao local, e com uma ondulação de 1.8mts, vazante, água ligeiramente tapada, e alguma chuva para acordar em cima do "Lombo", e toca a começar a jornada

Das 08:00 até ás 10:15, amostra, lança amostra e nem um toque Decidimos então mudar de pesqueiro e procurar, um local, já à muito "cobiçado" pelo Pedro Cortes Tinhamos agora então, uma descida, daquelas que não lembra a ninguém, mas com muita atenção e cuidado, chegámos lá a baixo ao pesqueiro...meia dúzia de lançamentos e o Pedro Cortes, ferra o seu 1º e último exemplar desta jornada, que acusou na balança 1,700Kg.

Eu e o Miguel, continuávamos a "zeros" nesta jornada, até que o Miguel, a pescar ao meu lado, decide mudar de local, ficando sózinho no pesqueiro

Continuei a fazer vários lançamentos, mundando por vezes de amostra, até que ao virar da maré, consegui ferrar o meu 1º exemplar. (Pensei....ainda não é desta que grado) Como ninguém tinha levado horas, e o estômago, já necessitava de algum aconchego, pensei....mais alguns lançamentos e dou por encerrada a jornada de pesca.

Quando vou para lançar, ai a uns 2 metros da pedra onde me encontrava, vejo uma coisa a boiar dentro de água, que me pareceu logo um saco de plástico. Esperei que a onda o afasta-se para lançar, quando para meu espanto, vejo que se trata de um choco enorme De repente, vejo qualquer coisa a mexer um ataque fortissimo ao choco....com a cana preparada para lançar, vejo que se trata de um robalo de bom porte, que andava ao lado do choco, para o "malhar" Quando vou para lançar para ao pé do choco e do robalo, vêm uma vaga maiorzinha, que levou o choco quase até terra....entretanto perdi logo de vista o choco com o espumeiro que a onde fez....pensei...fonix, lá se foi o "papudo" Quando me viro para a frente para retomar a pesca depois de ver este espectaculo, vejo novamente o robalo, com um palmo de água, também ele à procura do choco e só tive um pensamento....lançamento curto, porque o robalo estáva para ai a 2 metros de mim, para o lado dele, para ver se ele atacava a amostra....o lançamento correu de tal maneira bem, que a amostra, cai mesmo em frente á cabeça do robalo....nem recolhi, mal ela caiu dentro de água, levei logo, um puxão na cana e robalo ferrado O Drag a cantar que parecia que nunca mais tinha fim Apertei ligeiramente o Drag e toca a rebocá-o, sempre a levar cacetada na cana. Como tinha apenas um palmo de água à frente, e não era facil tirar um tarolo daqueles, "joguei-me" para dentro de água e cai vai disto!!! Cana ao alto e consegui logo, apanhá-lo...

Acusou 4,700Kg

Depois de andar atrás de um choco e ter ainda na boca um robalo de 500g, ainda teve "gana" de se "jogar" a uma Westlab Macua 140 (A40).


Obrigado pela belissíma companhia do Miguel Soares e Pedro Cortes . 

Material Utilizado:

Cana: Daiwa Infeet
Carreto: Shimano Stela 4000
LInha: Power Pro 0,19mm
Amostra: Westlab Macua 140


terça-feira, 8 de março de 2011

Março...Marçagão...tarde de inverno, manhã de robalão!!!

Olá a todos,

Em mais uma jornada de spinning na companhia do amigo Miguel Soares, e em dia de Carnaval, por volta das 7:15 da matina, com alguma chuva ao "barulho", lá nos fizemos ao mar...Chegados ao pesqueiro e com a ondulação fraca, começei a "faina" com uma superficie (Sammy 128) que me tinha dado uma alegria no passado sábado, contemplando um robalo de 1,300Kg.

Após alguns lançamentos e surge o primeiro ataque, robalo este, que ganhou a luta e desferrou. O Miguel, ao ver o primeiro ataque à superficie, foi à sua caixa de amostras, e lá colocou uma das suas "matadoras" a Hendon Super Spook, e com meia duzia de lançamentos, consegue a sua primeira captura da jornada.

As horas foram passando e os "labrax´s" continuavam ainda na festa carnavalesca e não queriam nada comigo....Mais algus lançamentos e vejo o Miguel a ferrar outro...e já ia com duas capturas!!! Já com a "grade" no horizonte, pensei que das poucas pescas que fiz em 2011, mas sempre com capturas, que a minha "mascara" ia cair!!! Entretanto o Miguel, lá ferrava outro robalo e outro, e já contava com 4 no famoso "saco azul"....


O Miguel entretanto, faz uma paragem para o pequeno almoço, e eu continuo a tentar, apanhar a minha primeira captura da jornada. Quando vou à caixa de amostras, para trocar, o Miguel sentado na rocha a olhar para o mar, chama-me e diz: "Parece que vi uma coisa branca na água, ao pé daquela pedra submersa!! Lança lá para ali, Roger!!!" Eu que sou bem mandado, lanço para onde ele me tinha indicado com uma Luck Craft nova que tinha comprado na passada semana,e não é que assim que a amostra cai dentro de água, sinto um valente esticão, e começa a luta que todos nós gostamos de sentir e ouvir o "Drag" a cantar....O local onde estava, tinha bastantes pedras e vi logo que seria muito dificil tirar aquele robalo...com a ajuda do Miguel, faz isto e aquilo, e eu a dizer "têm calma" que o "gajo está bem ferrado....deixei-o cansar, o fio entretanto já andava a "roçar" na pedra....ai meu Deus....ai meu Deus....Com muita calma, lá esperei pelas vagas, para o fazer passar por cima da pedras e ai pedir ao Miguel, para descer ao pé de água e apanha-lo...mais alguns minutos de espera e a levar esticões na cana e o Drag cantar, lá consegui a primeira captura da jornada, com este belo robalo de 3,650Kg.



Das 11:30, até às 13:00 ainda consegui apanhar mais 2 robalos, que acusaram na balança 1,200Kg e 1,250Kg.




Que grande jornada de pesca, em dia de "máscaras"
.
Material Utilizado:

Canas: Daiwa Infeet e Casini Infeet
Linhas: Power Pro 0,19mm directo
Carretos: Shimanos Stella 4000 e Twin Power 4000 SW
Amostras das Capturas: Hendon Super Spook; Westlab Macua 16,5cm; Luck Craft 130; Dansel Satya 180

sábado, 5 de março de 2011

Estruturas de apoio ao surf só fora do Parque Natural





1 – Este Plano do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina é tão patético que vai ao ponto de contrariar o Relatório Ambiental desse mesmo Plano.


Reza o citado Relatório que a agricultura intensiva provoca a alteração irreversível da morfologia do solo e efeitos de poluição difusa, contribuindo acentuadamente para a degradação dos valores naturais, designadamente o solo e a água.

Refere ainda o mesmo Relatório que a agricultura intensiva impossibilita a sobrevivência dos frágeis ecossistemas locais por destruição dos biótipos, podendo ter repercussão nas áreas envolventes.


Perante esta indesmentível constatação, o Relatório Ambiental aponta para a reconversão das práticas agrícolas intensivas.

Pasme-se, no entanto, que o Plano do Parque Natural, agora aprovado, ignora este Relatório (feito pelo ICNB) e propõe uma agricultura ainda mais intensiva.


Acreditemos pois, que isso de Avaliação Ambiental é uma treta formal que até incomoda o ICNB.


Com mais este exemplo, sai reforçada a ideia de que este Plano é uma grosseira aldrabice ambiental.

Tudo será permitido a esta agricultura química e mesmo que os projectos das explorações não respeitem as limitações do Plano, sempre há a possibilidade de recorrer ainda a uma cláusula de excepção.


Nestes termos, um dos mais graves problemas ambientais do Parque Natural, em vez de ser contido, é impulsionado e até elogiado pelo Sr. Presidente do ICNB e pelo seu Secretário de Estado.



2 – Outro grave problema ambiental tem a ver com o caravanismo e campismo selvagem.

Há dezenas de anos que estas actividades ilícitas destroem as nossas arribas e as nossas praias (lixo, fogueiras, etc.).

Este Plano limita-se, quanto ao assunto, a dizer que é proibido.

É proibido mas pratica-se todos os dias ao longo de dezenas de quilómetros da orla costeira do Parque Natural.


O ICNB deveria tomar a seu cargo a resolução deste flagelo, mas não o faz, nem quer fazer.


Dedica a esta praga uma alínea de um artigo de regulamento do Plano, dizendo que só excepcionalmente são autorizadas estruturas de apoio ao auto caravanismo e caravanismo, dentro do Parque Natural, quando fundamentalmente não for possível a sua instalação fora deste.


Deixa a resolução do problema para terceiros (privados) e mesmo assim só em casos excepcionais.


Sabemos que nessas tendas e caravanas dormem muitos meninos e meninas ligadas às elites citadinas e por isso não interessa ao ICNB criar parques de campismo e caravanismo, porque o Parque está predestinado a essas elites e não aos residentes.

Tanto mais que essas estruturas para o caravanismo iriam criar postos de trabalho e isso é uma coisa que este Plano abomina, com excepção dos Tailandeses (é verdade, mão de obra barata!) da agricultura química.


Portanto, isto do campismo e caravanismo selvagem é para ficar tudo na mesma.

De vez em quando, as autoridades fazem umas rusgas mas no dia seguinte está tudo na mesma e blá, blá, blá… fica toda a gente a assobiar.

Os residentes se quiserem postos de trabalho que se trompiquem (como se diz em bom algarvio).

Temos assim mais um problema ambiental a que este Plano do Parque Natural Vira as costas.


3 – Um outro grave problema ambiental que este Plano ignora está criado por outro Plano, o Plano de Ordenamento da Orla Costeira.


O Plano da Orla Costeira constitui um verdadeiro atentado aos valores naturais deste parque Natural, como desde 1998 vimos denunciando.

É inaceitável que se permitam apoios de praia no areal das praias e sobre as dunas. Mas o POOC permite.


Infelizmente, este novo Plano do parque Natural, que podia corrigir agora os erros do passado, nada fez quanto ao assunto.

Em resultado ainda do POOC, temos praias onde são proibidos quaisquer tipos de apoio, inclusivelmente sanitários.


No entanto, essas praias são frequentadas por centenas de pessoas e sendo a defecação própria de qualquer bicho, mesmo humano, seguro é que os resíduos dessa actividade (que não pode ser proibida, ou pode?) são vertidos alegadamente no mais puro ambiente natural.

Este novo Plano podia, mas nada fez quanto ao assunto.


Nestes termos, um turista com um rolo de papel higiénico na mão, a dirigir-se para o arbusto mais próximo da praia, é já uma imagem típica desta área protegida.


4 – Outro grave problema ambiental deste Parque Natural prende-se com espécies infestantes, não autóctones, que dia a dia vão matando a nossa flora natural.

São as acácias, os chorões, as cortadérias, etc.

Este Plano limita-se a dizer, mais uma vez, que irão ser implementadas medidas de combate a estas espécies, como se fosse possível a uma entidade falida, como é o ICNB, gastar um cêntimo nesse combate.


Aliás, o ICNB tem a sua tarefa facilitada no sentido de não gastar, pois classificou neste Plano extensas áreas de acácias como áreas de protecção (até as acácias são mais protegidas que as pessoas!)

Há mais de dez anos que o Ministério do Ambiente incumbiu o ICNB de iniciar esse combate e nem uma única dessas plantas o ICNB destruiu neste Parque Natural.


Nem mesmo a sempre educadora e zelosa União Europeia dá importância a estas pragas nos parques Naturais (apesar de apregoar o contrario), tendo recusado uma candidatura do Município de Aljezur ao Programa Life, exactamente para combater as espécies infestantes no Parque Natural, já que o ICNB nada fazia.

Já vimos, pois, que o Plano do Parque não se preocupa com os verdadeiros problemas ambientais do Parque Natural.

Se o Plano do Parque não combate os verdadeiros cancros ambientais, então combate o quê?


5 – Em primeiro lugar, as construções turísticas, as quais não podem ocorrer a mesmos de dois quilómetros da orla costeira e de tal forma condicionadas que na pratica são proibidas.

Sublinhe-se que, nesta matéria, não queríamos nem mais um metro de construção do que aquele quer o PROT Algarve permitia e que foi aprovado pelo mesmo governo.


Contudo, este Plano que +proíbe (violando o PROT) novas construções turísticas a mesmos de dois quilómetros da costa, já nada proíbe quanto as construções agrícolas no Perímetro de Rega do mira.

Também violando o PROT Algarve, o Plano do Parque admite que, em explorações agrícolas (no perímetro de rega) até 5 hectares, possam ser constituídos 100 metrosquadrados de instalações agrícolas, e, em propriedades com área superior, essas construções podem atingir três mil metros quadrados.


Permite ainda, para a agricultura intensiva, que o Parque Natural possa “beneficiar” de cerca de 40 milhões de metros quadrados de estufas, mais umas dezenas de milhar de metros quadrados de instalações agrícolas e mais umas centenas de contentores ou casas pré-fabricadas para alojar a mão-de-obra tailandesa que trabalha nessas estufas.

Tudo isto pago com milhões de fundos comunitários!


Verdadeiramente espantoso é que essas estufas, esses contentores e essas dezenas de milhares de metros quadrados de construções agrícolas podem instalar-se, nalguns casos a mesmo de 200 metros das arribas.

É uma verdadeira patifaria do ICNB!


E mais! Enquanto fora do Perímetro de Rega do Mira é proibida a mudança de uso das instalações agrícolas, já dentro do perímetro de rega essa proibição não existe.

Já estamos a ver, daqui por uns anos, quando se acabarem os fundos comunitários que sustentam essas agriculturas, no que se vão transformar essas instalações da agricultura química. Unidades turísticas, está claro! È isso que inequivocamente o ICNB quer!


6 – Em segundo lugar, combate a agricultura tradicional, onde labutam, em maioria, idosos agricultores e criadores de gado e cuja actividade é controlada por este Plano até ao milímetro.


7 – Em terceiro lugar, combate os pescadores lúdicos com mais áreas de proibição, que, na versão final, vão prejudicar mais umas centenas de idosos e reformados da freguesia de Rogil, que sempre tiveram na pesca e na mariscagem uma fonte suplementar na sua economia familiar.


8 – Em quarto lugar, combate novas actividades económicas compatíveis com o ambiente, como é o caso do Surf e outras actividades conexas.


Na verdade, o Surf é considerado ainda muito mais perigoso que as construções turísticas, só sendo admitidas estruturas de apoio a esta actividade fora do Parque Natural, salvo especial autorização do ICNB, com base em estudo fundamentado que demonstre não ser possível localizar essas instalações fora do Parque Natural.


Ou seja: O Surf e Body-Board pratica-se no mar e as instalações de apoio constroem-se na Serra! Os crânios do ICNB devem estar loucos!


9 – Fruto desta nova realidade económica (durante todo o ano) que é o Surf, manifestaram os intervenientes no negócio a necessidade de ser admissível a instalação de Surf Camps. Estruturas vulgaríssimas por todo o mundo onde se pratica a modalidade.


10 – Mas nem tudo é mau do lado do ICNB. Temos, penhoradamente, que agradecer a generosidade desta sábia instituição ao prever um artigo (de excepção) que permite a construção de cemitérios no Parque Natural. Felizmente podemos ser enterrados na nossa terra!


Obrigado Sr. Secretário de Estado e Sr. Presidente do ICNB, por permitirem aos residentes umas exéquias condignas, quando chegar a hora de cada um…


Subsiste, no entanto, uma dúvida! Será que para abrir os covais é necessária autorização do ICNB? Ou estudo de incidências ambientais?


É que o ICNB tem sido e vai continuar a ser o coveiro do Parque Natural, até enterrar tudo o que são valores naturais desta área…

Manuel Marreiros
Presidente da Assembleia Municipal de Aljezur

Fonte: Oceanus Atlanticus

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Fim da Revista "O PESCADOR"



Infelizmente para todos os pescadores portugueses e para a pesca lúdica e desportiva em Portugal, que assim fica mais pobre, a Joeli Publishing decidiu encerrar quatro das revistas que vinha publicando no nosso País, entre elas a Revista mensal "O Pescador", invocando "fraca circulação " e "fraca publicidade".


Elisabeth Barnard, fundadora da editora, confirmou a suspensão dos títulos Com’Out, O Pescador, Portugal Dive e Mundo das Plantas & Jardinagem. 

Um abraço ao seu Director Dinis Ermida e seu staff.


Fonte: Katembe

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

PNSACV - Ministra do Ambiente responde na AR por iniciativa do BE



PNSACV: Ministra do Ambiente responde na AR por iniciativa do BE

A Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território e o Director do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas do Sul vão à Assembleia da República prestar esclarecimentos sobre o Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. A iniciativa partiu do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda.

A Comissão Parlamentar de Ambiente aprovou o requerimento do Bloco de Esquerda para audição da Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território e do Director do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas do Sul sobre a aprovação do Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
Um documento aprovado recentemente em Conselho de Ministros que tem merecido fortes criticas por parte dos autarcas de Odemira, Sines, Aljezur e Vila do Bispo.
O Bloco de Esquerda partilha das preocupações dos autarcas e considera que este plano de ordenamento incompatibiliza a necessária preservação dos valores ambientais com a permanência das actividades tradicionais das populações residentes e a promoção do desenvolvimento sustentável. Considera ainda que coloca todas as condicionantes e restrições sobre a agricultura e pastorícia tradicionais e extensivas e ao turismo da natureza de pequena e média dimensão, abre espaço para os grandes empreendimentos turísticos e é pouco exigente em relação ao perímetro de rega de Mira.
Alberto Matos, do Bloco de Esquerda, lamentou que sejam as populações a pagar a factura da decisão do governo em aprovar um plano onde só prevaleceu a sua vontade.
Ainda segundo Alberto Matos o poder central não pode decidir tudo isolado e garantiu que esta audição é só uma peça para ajudar a luta dos autarcas e das populações.

Fonte: Riomira.com

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

1º Feira de Pesca de Setúbal


Organização: Câmara Municipal de Setúbal


Enquadramento: 9os Jogos do Sado


Parcerias:

Clubes Parceiros Locais:

Clube “Os Amarelos”: Apoio à organização

Clube Companhia dos Mares: Organização do Campeonato Nacional da 3ª. Divisão de Pesca Embarcada de Alto Mar.

Clube de Amadores de Pesca de Setúbal (CAPS): Organização do Grande Prémio de Setúbal de Pesca à Bóia.

Lojas Parceiros Locais:

Casa Pita
Companhia das Marés
Custom by 7EVEN

Outros Parceiros:

Tribo Fishyak
Kayak Fishing Fórum


Data: 1, 2 e 3 de Abril de 2011

Local: Parque Urbano de Albarquel, em Setúbal


Conceito:

Feira interactiva de pescadores para pescadores.

Estratégia:

Criar condições para uma interacção prática entre sites/fóruns, revistas da especialidade, clubes/associações, lojas locais, importadores (associados, ou não, aos intervenientes referidos) e pescadores das mais variadas técnicas, mais direccionadas para estuário e mar.


Papel da Comissão Organizadora dos 9os Jogos do Sado:

1. Divulgar as presentes intenções, junto dos intervenientes referidos
2. Convidar e abrir inscrições junto dos mesmos.
3. Cooperar com parceiros na organização das acções/eventos a decorrer durante a Feira.
4. Adquirir prémios e t-shirts para concursos e opens, segundo indicações dos parceiros/organizadores.
5. Colaborar com todos os intervenientes, em termos logísticos, quanto a montagens e organização de debates/workshops.
6. Coordenar espaços e actividades, tendo em conta o programa final.
7. Montar pavilhões e pontos de luz para cada expositor inscrito.
8. Tratar das autorizações e licenças necessárias.


Papel dos clubes parceiros locais:
Organização de concursos de pesca já programados e apoio à organização.


Papel das lojas parceiros locais:
Convidar os importadores que as servem, exposição, teste, venda de materiais ou outros relacionados com a sua actividade comercial.


Papel dos Fóruns Tribo Fishyak e Kayak Fishing (Outros Parceiros):
Organização de um Open de Kayak Fishing, para além do papel solicitado a Sites/Fóruns que abaixo se propõe.


Papel dos Importadores:

Exposição, testes de materiais, outros relacionados… de preferência, associados aos lojistas parceiros.




Papel dos Sites/Fóruns inscritos ou não:

1. Divulgação da Feira junto dos seus membros, lojas ou importadores associados, no que respeita à participação alargada como expositores.
2. Autodivulgação enquanto unidades de promoção de conhecimento/desenvolvimento da pesca nas suas diversas vertentes.
3. Promoção de actividades/eventos práticos (debates, workshops técnicos e/ou demonstrativos), promotores de participação dos seus membros e visitantes.
4. Exposição, teste e venda de materiais de divulgação e/ou pesca, quando e se associados a importadores ou lojistas.
5. Apoio voluntário à organização, no caso de alguns eventos em que se evidencie ser necessário.


Papel da revistas e jornais da especialidade:

Divulgação nacional do evento e participação no mesmo.


Proposta de temas base para workshops, debates…:

- Iniciação de jovens na pesca
- Técnicas de pesca
- Estado da pesca em Portugal.

Os temas poderão e deverão abordar áreas teóricas e/ou práticas, com atenção especial para as últimas, atendendo às condições oferecidas pelo local de realização da Feira.


Programa:

1 de Abril:

15.00: Abertura com oferta de Moscatel de Honra, pela Senhora Presidente da Câmara Municipal de Setúbal a todos os expositores (representantes dos importadores, clubes, associações, federações, fóruns, sites…).
16.00: Abertura oficial da Feira ao público.
18.00: Início do período de tratamento de temas, debates e workshops.
19.00: Reunião de balanço e de debate de dúvidas e necessidades, entre a organização e os expositores.
23.00: Fim do período de análise/debate de temas e workshops.
00.00: Encerramento da Feira ao público.

Programa de 2 de Abril:

08.00: Início da realização de concursos
10.00: Abertura da Feira ao público e início do período de testes práticos de materiais, tratamento de temas, debates e workshops.
16.00: Início do período de pesagem e distribuição de prémios dos concursos.
19.00: Reunião de balanço e de debate de dúvidas e necessidades, entre a organização e os expositores.
23.00: Fim do período de testes práticos de materiais, análise/debate de temas e workshops.
00.00: Encerramento da Feira ao público.

Programa de 3 de Abril:

08.00: Início da realização de concursos
10.00: Abertura da Feira ao público e início do período de testes práticos de materiais, tratamento de temas, debates e workshops.
16.00: Início do período de pesagem e distribuição de prémios dos concursos.
19.00: Reunião de balanço/avaliação entre organização e expositores.
20.00: Encerramento definitivo de todas as actividades da Feira.


Inscrições:

As inscrições são feitas através de ficha anexa e não implicam qualquer pagamento, aluguer de espaço, estrutura nomeada ou segurança.

Serão aceites, por ordem de entrada, no limite do número dos espaços assegurados e considerando que os acima nomeados “Parceiros” têm, já garantida, a sua inscrição.

Data limite das inscrições: 28 de Fevereiro de 2011

As inscrições poderão ser enviadas para:

Divisão de Desporto da Câmara Municipal de Setúbal
Rua da Saúde
2900 Setúbal

Fax: 265548236
e-mail: cms.pua@gmail.com

Após aceites as inscrições, serão agendadas reuniões com todos os intervenientes, no sentido de familiarização com os espaços e pormenorização das respectivas participações

Para qualquer esclarecimento ou dúvida, contactar Ernesto Lima, através do número: 963579132



Em: 7 de Fevereiro de 2011

Pela Comissão Organizadora dos Jogos do Sado: Ernesto Lima


PS: o programa fica sujeito a alterações de pormenor, mantendo os conceitos implícitos. 

sábado, 29 de janeiro de 2011

3º Pescaria de 2011, 3 Peixes e ao 3º Lançamento




Olá,

Este sábado à tarde, na companhia do Miguel Soares, fui fazer a minha 3º Pescaria de 2011. Chegados ao pesqueiro, maré com meia vazante, e umas condições boas, embora o vento que fazia sentir forte por vezes. Levei para a estreia, a minha cana da Barros, a WEST LAB MACUA 3.00 mts. Ao 3º lançamento, com uma WEST LAB MACUA de 16,50cm, côr A40, saiu o primeiro robalo que acusou na balança 1,00Kg certinhos.



O Miguel logo a seguir, tirou um bom robalo, que lhe deu uma boa luta, que acusou na balança 2,300Kg.


Algum tempo depois, mudo de amostra e coloco uma MARIA ANGEL KISS que tinha encontrado no Verão passado na praia do Almograve, que após alguns lançamentos, me deu a maior captura da faina que acusou 1,600Kg.


Saimos deste pesqueiro e ainda fomos visitar um outro até quase ás 19 horas logo no 1º lançamento, capturo o meu 3º exemplar (não tenho foto) que acusou na balança 1,00Kg.

Foi uma grande tarde de pesca, muito bem passada....

Rodrigo Zacarias By "Oceano Ibérico"

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Revista O PESCADOR - edição de Fevereiro nas bancas já amanhã!



ESTA EDIÇÃO EM DETALHE
Saiba em seguida o que pode ver nesta edição:

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
PARA TODOS OS PESCADORES
-------------------------------------------------------------------------------------------------------

Pág. 6      ‘ESTÓRIAS’ DA PESCA
Um nova secção n'O PESCADOR… porque uma revista de pesca
não se faz só de artigos técnicos!

Pág. 10    GUIA PRÁTICO PARA ORGANIZAR CONCURSOS DE PESCA
Se faz parte de um clube ou secção de pesca, leia esta série de artigos
que tornarão o seu concurso inesquecível — e conheça os mais variados
detalhes práticos da organização de concursos.

Pág. 18    PRESSÃO BAROMÉTRICA: OS EFEITOS NA PESCA
Sabe-se que interfere nas nossas jornadas… mas poucos sabem
exactamente como — ou como usar essa informação a seu favor.
Uma imperdível série de artigos assinada por Rodrigo Zacarias.

Pág. 24    ANZÓIS (PARTE III): A APLICAÇÃO PRÁTICA DA ESCOLHA
Gonçalo Martins conclui nesta edição a sua espectacular série… e com chave
de ouro, contando-nos os detalhes do Europeu, em Coruche, e do modo
como a escolha dos anzóis contribuiu para a vitória portuguesa.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
PESCA DE COSTA
-------------------------------------------------------------------------------------------------------

Pág. 28    ROTEIROS:  A PRAIA DE MELIDES
Acompanhe uma visita conduzida por João Rolo.

Pág. 32    SPINNING: COMO PROVOCAR OS ATAQUES DO ROBALO
Paulo Lourenço responde a uma das dúvidas mais comuns
entre os amantes do spinning: «Por que não atacam?!».
Conheça técnicas e soluções para espicaçar os ataques.

Pág. 36    BÓIA: CURSO DE INICIAÇÃO
Pesca emocionante, técnica e muito exigente para a nossa atenção,
o físico e os nossos conhecimentos — e com pesqueiros que nunca mais
acabam. Inicie-se nesta disciplina fascinante com Ruben Roche.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
PESCA EMBARCADA
-------------------------------------------------------------------------------------------------------

Pág. 42    AÇORES: DESTINO DE SONHO
Para quem pesca na costa ou de barco, os Açores são um destino
a não perder… e qualquer pessoa que já lá tenha ido o confirma.
Saiba porquê com Suzana Morais, da equipa Faial Terra Mar.

Pág. 46    RELATO DE UMA JORNADA NO ‘TURCO’
O pescador Bruno Cabrita é dado a estreias em grande: na primeira
pescaria de 2011, teve um resultado extraordinário, e agora estreia-se
nas nossas páginas com um artigo a não perder…

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
CARP FISHING
-------------------------------------------------------------------------------------------------------

Pág. 48    ROTEIROS: A LAGOA DE MIRA
Outra estreia em grande nas nossas páginas é a de Paulo Costa,
que nesta edição nos apresenta um destino muito interessante
para os amantes do carp fishing: a bonita (e fértil) lagoa de Mira.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
PREDADORES
-------------------------------------------------------------------------------------------------------

Pág. 54    ACHIGÃ: UMA PESCARIA NO INVERNO 
A primeira jornada do ano de Hermínio Rodrigues e Paulo Barroso
apresentou-lhes algumas dificuldades técnicas… veja como eles
as superaram, no que toca a técnicas e amostras.

Pág. 60    LÚCIO-PERCAS: GUIA PRÁTICO DE PESCA
Este predador está nas nossas águas… e mais vale aprendermos
a pescá-lo e a gostar de o pescar, diz Nuno Correia, porque ele dá
jornadas muito interessantes, ao contrário do que se diz…

-------------------------------------------------------------------------------------------------------
SALMONÍDEOS
-------------------------------------------------------------------------------------------------------

Pág. 66    ROTEIROS: TRUTAS NA MADEIRA
A Madeira tem ribeiras e levadas que, além de bonitas, são ricas
em trutas de bons tamanhos, que proporcionam lances muito bons.
Leia este artigo de Hermínio Rodrigues e fique a saber tudo.