sexta-feira, 4 de junho de 2010

Feriado Nacional....3,600Kg



A gozar mais um feriado Nacional na Costa Alentejana, esta quinta-feira, na companhia do Miguel Soares, lá nos fizemos ao mar e ao pesqueiro seleccionado.

Chegados ao pesqueiro e ao 3º lançamento, na estreia do meu Shimano Aspire 4000 FA, e na companhia da minha Shimano Lesath,  ferro este lindo labrax, que acusou 3,600Kg.

A partir dai e até ao 12 horas, foi a tirar limo das amostras, cada vez que fazia um lançamento.



O Miguel ainda capturou 2 robalos um com 1,600Kg 3 outro com 1,00Kg, mas podia ter feito a melhor pescaria de 2010, não fosse ter perdido 2 belos labrax, na casa dos 3/4Kg.

Um abraço,

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Autarcas de Aljezur, Odemira e Vila do Bispo exigem suspensão do regulamento do parque natural

Autarcas de Aljezur, Odemira e Vila do Bispo exigem suspensão do regulamento do parque natural


Os autarcas dos concelhos de Aljezur, Odemira e Vila do Bispo exigem a suspensão imediata pelo Governo, da proposta de revisão do regulamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV).

A proposta de revisão do plano tem sido largamente criticada pelas populações e pelos autarcas do litoral alentejano e algarvio, que classificam como “uma sentença de morte para as atividades económicas e valores naturais” daqueles municípios.

Os autarcas dos três concelhos abrangidos pelo parque natural do Sudoeste, alegam que a proposta de regulamentação “ataca e disvirtua os instrumentos previstos nos planos municipais de ordenamento do território, e promove o retrocesso económico, social e cultural, com prejuízos para as populações”.

Numa moção aprovada por unanimidade, os autarcas exigem a suspensão “imediata, bem como a avaliação dos impactos económico, social e cultural que a regulamentação provocaria naqueles territórios”.

Defendem ainda, a elaboração de uma cartografia numa escala que identifique e caracterize os lugares e sítios, como elementos naturais de elevado valor biológico e geológico, assentes em rigorosos programas de monitorização, como garantia da conservação da natureza e da biodiversidade.

Além disso, consideram essencial “a articulação e compatibilização” do regulamento com os diversos planos e instrumentos de gestão do território, bem como o levantamento do património histórico e cultural na área do parque, para prever e garantir a sua inscrição em programas de reabilitação e requalificação urbana.

Os autarcas criticam ainda a atual proposta de revisão do Plano de Regulamento do PNSACV, porque alegam, “atenta contra os alicerces fundamentais da autonomia do poder local democrático, e significa não reconhecer que é possível inverter a desertificação humana e de crise socioeconómica que caracteriza a evolução dos municípios de Aljezur, Odemira e Vila do Bispo”.

Segundo os autarcas, a moção pretende mostrar ao Governo que os três concelhos mantêm-se “firmes na defesa dos direitos e interesses legalmente protegidos dos cidadãos”.

Ameaçam ainda, “recorrer à via judicial, ao direito de resistência e de ação popular, constitucionalmente consagrados, como forma de garantir a dignidade da pessoa humana e do poder local democrático”.

 
 
Fonte: Agência Lusa

terça-feira, 11 de maio de 2010

Um Parque Natural da "TRETA"

Criado em 1995, o PNSACV sempre foi considerado pelas populações como um autentico corpo estranho, que só sabe restringir ou proibir, cuja existência nunca contribuiu em nada na melhoria da qualidade de vida das populações.

Depois de 15 anos de "Deus dará", em que tudo foi proibido aos pequenos e tudo foi permitido aos grandes tubarões tipo Roussel, eis que um bando de burocratas do ou a soldo do ICNB resolve parir uma proposta de revisão "mil vezes" pior que a existente.

E o mais grave é que a nova proposta de Plano de Ordenamento foi elaborada sem que a promessa de acompanhamento e monitorização do Parque, visando "uma gestão adequada à salvaguarda dos recursos naturais, com a promoção do desenvolvimento sustentado da região e da qualidade de vida das populações" tivesse sido minimamente cumprida.

Tambem a promessa de actualizações cartográficas que permitissem um conhecimento técnico mais preciso da realidade das explorações existentes na área do Parque, não passou do papel. Se a isto acrescentarmos a inexistência de estudos científicos que fundamentem as decisões tomadas, somos obrigados a concluir que os "ambientocratas" de Lisboa andam a brincar com a vida das pessoas.

Com "amigos" destes, os habitantes da região não precisam de inimigos. E chegados aqui, face às aberrações produzidas, é legitima a interrogação se o objectivo deste novo plano, à semelhança do anterior, não é, exactamente o de pôr todo o mundo contra a ideia de existir um Parque, o que será óptimo para quem vier a seguir tomar conta desta área desprotegida.

O novo ataque a todos aqueles que vivem no Parque é feito em duas grandes direcções.

A primeira, é dirigida contra as actividades tradicionais, nomeadamente as pescas, a agricultura e a pecuária, sacrificadas em forma dos regimes de cultura intensiva, baseados na utilização massiva de adubos químicos e pesticidas, o que num parque que se pretende natural constitui um autentico absurdo. Este ataque é perfeitamente claro e evidente para a imensa maioria dos residentes.

A segunda direcção do ataque tem objectivos menos evidentes à primeira vista. Com efeito, criar uma linha de protecção costeira de 2 km parece ser uma medida visando evitar a betonização do litoral e a sua transformação num novo El Dorado da construção civil. Mas só à primeira vista, porque esta medida é um autentico gato escondido com rabo de fora. Se até 2 km da costa tudo for proibido, só resta às pessoas que lá vivem abandonarem tudo e partirem, deixando o terreno desimpedido para os vampiros que não tardam em chegar.

De que valerão todas as restrições e todas as proibições, só aplicáveis aos pobres deste mundo, face ao rolo compressor dos PIN`s e dos PIN`s Plus, quando estes, depois do pó assentar, decidirem lançar as suas garras sobre esta costa paradisíaca.

Resta-nos a esperança de que as populações, que foram capazes de uma grande mobilização contra as leis anti populares e discriminatórias que regulam a pesca lúdica, voltem a unir-se contra este novo projecto de ordenamento e que os autarcas dos concelhos que integram a área do parque - Odemira, Aljezur e Vila do Bispo, cumpram o prometido, não compactuando com os atentados contra os legítimos interesses das populações e levando até às ultimas consequências a defesa dos mesmos.

Fonte: Oceanus Atlanticus

terça-feira, 4 de maio de 2010

Dia seguinte...


Na manhã do dia seguinte ás grandes emoções vividas com a captura do Robalo de 7,700Kg, eu o Miguel Soares e o Pedro Cortes, lá nos fizemos novamente ao mar, na tentativa de alguém encontrar o irmão gémeo do Big Labrax.

Equipamento preparado, amostra na ponta da cana e lá vai "carga" para o Oceano...ao 3ç lançamento ferro um robalo de 1,200Kg...pensei...isto não está a começar mal. Mudei de pesqueiro e fui ter com o Miguel Soares e lá começei a pescar ao pé dele...minutos mais tarde, sai uma Baila que acusou 1,00Kg....mais 10 minutos, volto a ferrar um robalo que acusou 2,100Kg e o Miguel a ver os sair...lol

Mais um fim-de-semana, este muito produtivo, na companhia de bons amigos.

O Peixe capturado pelo Pedro Cortes, acusou 3,00Kg (Belo peixe) estava bem gordo...
O material utilizado, foi o do costume e as amostras a West Lab Macua 140 e Saltiga 17 Cm Electric Sardine.

Irei voltar em breve.....com ou sem peixe...

Um abraço

sábado, 1 de maio de 2010

Dia do Trabalhador e Concurso...Recorde Pessoal



Sabado, dia 1 de Maio de 2010, dia do trabalhador e concursos, o Team Rato do Mar, lançou-se ao mar. Por volta das 06:30 da "matina" lá nos fizemos à estrada, e com pouco mais de 15 Km feitos, chegámos ao Spot escolhido. O mar encontrava-se de perfeição com vaga de 1.4 e periodo 9, vento fraco de norte, eu o Miguel Soares e o Pedro Cortes, depois de equipados, lá nos colocámos cada um em seu spot.

O tempo encontrava-se embrulhado e a prometer alguma chuva, o que pouco tempo depois aconteceu, mas coisa fraca. Colocada a 1ª amostra e lá vai lançamento....mais 3 lançamentos e já a levantar a cana, vejo um robalo a vir do fundo e mas falhou o ataque à WEST LAB Macua 140...De seguida faço outro lançamento na mesma direcção e quando novamente a amostra está quase ao pé de mim e no mesmo sitio onde o robalo tinha falhado o ataque, vejo um cabeçudo a vir do fundo (mais ou menos 1,5 mts de agua), paro a amostra e zááááááááásssssssssssss....desta vez tinha ficado ferrado...3 corridas longas, o carreto a cantar, como à muito não ouvia, uma luta bestial. Apertei um pouco o Drag, olhei para o Miguel, que estava a uns 50 metros de mim, e gritei-lhe....este é dos bons. Como estava a pescar em cima de uma pedra com cerca de 1 metro acima no nivel do mar, começei devagarinho a descer e a escolher o melhor sitio para o tirar. Mais perto de mim, vejo que se tratava possivelmente do meu recorde pessoal, foi ai que gritei ao Miguel para me vir ajudar, pois com isto tudo, já tinham passado uns 5 minutos e o robalo ainda dentro de agua. O Miguel, parecia que tinhas "assas" em cima daquelas pedras brunosas a vir ao meu encontro, quando tentei apanha-lo, veio 2 vagas, que me obrigaram a dar-lhe mais linha e tentar contornar as pedras que tinha á minha frente o que consegui e colocar o cabeçudo já num local mais seguro, para o Miguel, já ao meu lado, lhe "jogar" as mãos e tirar o cabeçudo cá para fora.

Quando vejo aquele lombo negro nas mãos do Miguel, não queria acreditar, no valente robalo que tinha acabado de capturar....tinham sido 10 minutos de luta intensa, não pelo força que o robalo fez, mas pela "ginástica" que tinha feito, para tentar segurá-lo e tentar contornar as pedras.





Este robalo acusou na balança 7,700KG como a imagem ilustra e mediu 90 cm.

Material Utilizado:

Cana: Shimano Fireblood 3,00mts
Carreto: Shimano Saragoça 4000
Linha: Power Pro 0,19mm Vermelha
Amostra: West Lab Macua 140

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Regulamento da Náutica de Recreio - Vamos ver se é desta!!

Regulamento da Náutica de Recreio

Finalmente o IPTM vai alterar o Regulamento da Náutica de Recreio. Ao fim de quase dez anos a impor um Regulamento da Náutica de Recreio que sufocou as actividades náuticas fazendo-as regredir no seu desenvolvimento, o IPTM mostra a intenção de querer fazer um novo. Neste acaba com a carta de Marinheiro e cria a Licença de Principiante, com habilitação para barcos até 80 HP e termina também com as vistorias para barcos novos CE.

Há dez anos atrás foi esquecido, aquilo que mais interessava para o desenvolvimento da náutica de recreio em Portugal, que era fomentar mais navegadores e implementar a existência de mais embarcações.

Com os Decretos-Lei nº. 478/99 e 567/99 foram reduzidas as habilitações da Carta de Marinheiro, que permitia conduzir embarcações com motores com potência até 240 HP e comprimentos até 13,70 metros, para apenas 60 HP, em embarcações que não excedessem os 7 metros.

Com esta drástica limitação às habilitações da Carta de Marinheiro, os novos navegadores de recreio, passaram a ter que tirar dois Cursos para poderem comandar barcos com a potência e as dimensões que a antiga Carta de Marinheiro permitia.

As lanchas mais vulgares, com motorização interior, volante e bancos estofados, mais adequadas e seguras para os iniciados passearem com as famílias, deixaram de poder ser conduzidas com a Carta de Marinheiro.

Se estes Decretos-Lei tinham a intenção de criarem um novo negócio, o das escolas de navegador de recreio, acertaram em cheio. Para alguns foi uma mina.

Durante anos foi montado um esquema para fazer os alunos repetirem os exames, o mais possível, para obviamente pagarem mais.

Também os exames efectuados nas próprias escolas, com um processo pouco transparente, criou situações suspeitas, pois há escolas onde o índice de reprovações é muito elevado e em outras passa quase tudo.

Esta situação relativamente às Cartas de Marinheiro, provocou a desmotivação e o afastamento de candidatos a navegadores de recreio e a diminuição em quase 50% no registo de embarcações novas.

Por este motivo, acabaram também muitas escolas de ter de fechar, por falta de alunos.

O Regulamento da Náutica de Recreio que então se adoptou, não teve em conta a realidade náutica do País, a mais atrasada da Europa, mas que no entanto se encontrava na altura numa fase de desenvolvimento e por isso a necessitar de muito apoio para crescer.

O que se fez com o Regulamento, foi criar outros interesses paralelos à náutica de recreio, diminuir a captação de novos praticantes e reduzir drasticamente o comércio de embarcações até os 7 metros.

Para além da questão das Cartas de Marinheiro, o Regulamento passou a ser um filão para os burocratas, para dificultarem os registos das embarcações, principalmente das novas. Um barco novo, com certificação CE e possuindo as garantias de vários anos dos estaleiros e das fábricas, passou a ser vistoriado duas vezes, uma na água e outra em seco, obrigando a custos absurdos com gruas e com pessoal e ainda com as despesas das vistorias. Para além disso, as embarcações antes de registadas não podiam ser seguras. Acrescenta-se ainda a isto o tempo perdido com toda a burocracia, em alguns casos a espera de meses para o barco poder ser levado pelo proprietário.

O Novo Regulamento da Náutica de Recreio

Parece que chegou o momento de esta situação mudar e o IPTM tem já redigido um novo Regulamento que finalmente vai dinamizar o desenvolvimento da náutica de recreio.

Neste Regulamento é eliminada a Carta de Marinheiro e criada uma Licença de Principiante.

Esta Licença de Principiante tem por objectivo proporcionar a iniciação à náutica de recreio e vai dinamizar a vida dos clubes náuticos, pois serão eles a dar a formação aos iniciados, em vez das escolas, e as respectivas Federações náuticas a emitir as Licenças.

Presta-se assim também um excelente apoio aos clubes, que terão por este motivo a possibilidade de angariar mais sócios e os alunos pagarão certamente bastante menos do que pagam agora, para poderem conduzir uma embarcação.

Quanto às Federações, que emitirão as Licenças e ficam possivelmente com a responsabilidade de fiscalizar a formação, poderão garantir igualmente alguma receita.

A Licença de Principiante permite ao seu titular, se for maior de 18 anos, comandar uma embarcação até 6 metros e com a potência instalada até 60 KW, ou seja 80 HP. Pode navegar à-vontade nas águas interiores, rios e albufeiras e junto ao litoral até uma milha da costa ou 3 milhas de um varadouro ou porto de abrigo.

Para os titulares destas Licenças, com idades dos 8 aos 14 anos, é permitida apenas a potência de 12 KW, o que equivale a 15 HP. Quanto aos titulares dos 14 anos até aos 18, a potência máxima permitida é de 30 KW, cerca de 40 HP.

No que respeita às áreas de navegação, são as mesmas permitidas aos adultos.

As aulas programadas dão a formação indispensável para a iniciação. A formação teórica é de 8 horas e a prática de 12 horas.

Lamentamos que o IPTM continue a não promover o desenvolvimento da náutica de recreio nas águas interiores, pois os titulares da Licença de Principiante ficam impedidos de comandar as embarcações com motor interior, cuja potência mínima é de 135 HP, que são 100 KW. Bastava portanto subir um pouco o limite dos 80 KW para 115 KW e já seria possível tripular barcos, com motorização interior até os 160 HP e com comprimentos até os 6 metros, destinados aos passeios familiares e para a prática dos desportos aquáticos.

Quanto à carta de Patrão Local, esta passa a ficar reduzida nas habilitações no que respeita a área de navegação, pois permitia que se navegasse até 10 milhas de um porto de abrigo e 5 milhas da costa e vai ficar com as mesmas habilitações da actual Carta de Marinheiro, que permite que se navegue apenas até 3 milhas da costa e a 6 milhas de um porto de abrigo.

Deste modo, os pescadores que pretendam uma carta de navegador de recreio para irem pescar até 5 milhas da costa e 10 milhas de um porto de abrigo, já não o podem fazer com a carta de Patrão Local e têm que tirar o curso de Patrão de Costa.

Não entendemos esta redução absurda das áreas de navegação, propostas para a carta de Patrão Local, e nada o justifica, pois com uma formação de 24 horas de aulas teóricas e outras tantas 24 horas de aulas práticas, os alunos ficam decerto habilitados a navegar um pouco mais para além das 3 milhas e irem, pelo menos, até às 5 milhas da costa. Pela mesma razão, quem aprendeu a navegar ao longo da costa até 6 milhas de um porto de abrigo, também o faz com segurança até 10 milhas.

Se fossem mantidas as habilitações, quanto à área de navegação, a carta de Patrão Local seria bastante motivadora, para os que se querem iniciar na pesca e nos passeios em águas de costeira restrita, até porque se manteve as habilitações quanto ao tipo de embarcação de recreio que se pode comandar, sem limite de dimensão e de potência.

Os titulares dos 16 anos aos 18 anos podem agora tirar a carta de Patrão Local, com a limitação de barcos até 7 metros e a potência até 75 KW, ou seja 100 HP.

Quanto aos titulares das cartas de Patrão Costa, voltam a poder navegar até às 60 milhas da costa.

O novo Regulamento vai também contemplar uma reivindicação de muitos anos, de se acabarem com as vistorias às embarcações novas com certificação CE. Estas vistorias prejudicam altamente tanto o sector das actividades económicas como os compradores das embarcações.

Numa situação anterior, já aconteceu a administração do IPTM ter acordado com o Conselho da Náutica de Recreio a alteração do Regulamento e no fim foi para aprovação um Decreto-Lei completamente lesivo para a náutica de recreio.

Será que o poderoso “lobby” que existe dentro do IPTM, que não quer que se mude nada e pretende que fique tudo na mesma, consiga impor mais uma vez a sua vontade?

Esperamos que desta vez isso não aconteça e saia rapidamente um Regulamento que faça finalmente a náutica de recreio andar para a frente.




Texto Antero dos Santos

Fonte:http://www.mar.com.pt

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Revista O PESCADOR - Edição de Maio já nas Bancas

Na edição de Maio da revista O Pescador, vem publicado um artigo efectuado pelo fórum http://www.ocenaoiberico.com/ sobre o Robalo.

Esta edição em detalhe:

PESCA DE COSTA

Pág. 18 GERAL O ROBALO

A equipa do Oceano Ibérico estreia-se nas nossas páginas

com um artigo espectacular

Pessoal, vamos a comprar a revista e fazer os vossos comentários

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Captura Pascal



Pedro Cortes

4,600 Kg - Record Pessoal

Material:

Cana: Daiwa Infeet
Carreto: Shimano Tecninum 5000
Amostra: A de sempre...

Parabens amigo

terça-feira, 30 de março de 2010

Pesca aos Sargos Pós Defeso - Fernando Fernandes





Pescaria aos Sargos feita por Fernando Fernandes, esta segunda-feira.

Quem sabe nunca esqueçe.....Parabens ao Pescador.

domingo, 28 de março de 2010

Catch Release forçado....


Olá a todos,

Em mais uma jornada de Spinning este domingo, o resultado, foi este labrax, pouco maior que a Saltiga 17 cm.
Foi dos mais pequenos que apanhei até hoje.

Assim que liberto das 3 fateixas, foi prontamente devolvido ao seu habitat natural.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Revista O PESCADOR - Edição de Abril já nas bancas!



Nesta edição:

• roteiros, robalos, chocos, salemas, caiaques, zagaias

e muitos outros temas práticos na pesca de mar;

• pesqueiros em Espanha, uma semente polémica, americanos

em Portugal e mais na pesca em águas interiores;

• reportagens, humor e muito mais!

segunda-feira, 15 de março de 2010

MOVPNSACV - Reunião no Ministério do Ambiente, 12 Março 2010

MOVPNSACV - Reunião no Ministério do Ambiente, 12 Março 2010



A azul está o que se passou na dita reunião:

1 - Período de defeso

O período de defeso, para sargos, de 15 de Janeiro a 15 de Março, é obrigatório para os pescadores lúdicos.

Este período de defeso é respeitado por pescadores profissionais e desportivos, na área marinha do PNSACV? Este período de defeso é respeitado no resto do território nacional?

Caso as respostas às questões colocadas neste ponto sejam negativas. O que se entende por defeso?

Defeso para todos, profissionais, desportivos e lúdicos 15 dias JAN a 15 dias FEV; é necessário estudar e monitorizar a realidade, se há estudos realizados ou em execução, devia ser comunicado, tornado público. Também não concordamos com certas pessoas que dizem que não é necessário defeso ou que o sargo não é uma espécie ameaçada, queremos um defeso para todos, sem excepções.

Confirma-se que no PNSACV há duas espécies de Sargos, Diplodus maotdr e Diplodus madrp, respectivamente o Sargo do Ministério do Ambiente e o Sargo do Ministério da Pesca.

O Ministério do Ambiente confirma que o defeso de 2 meses é para manter, para os lúdicos. Quanto ao Sargo do Ministério da Pesca, o Ministério do Ambiente tem pouco a dizer. Isto é demonstrativo do porquê do nosso país não funcionar, no mesmo território, a mesma espécie, dois pesos e duas medidas, logo não é a espécie que está em causa, mas sim o interesse de alguns, supostamente (destruição precisamente). Penalizados, os que menos afectam a espécie.

O Ministério da Pesca é o mesmo que o da Agricultura, e como os mais atentos sabem, a agricultura no nosso país foi exterminada ao longo dos últimos anos, assim como as pescas.

Os pescadores profissionais têm que aprender a gerir os recursos naturais que são o seu sustento, se ficarem à espera que o Ministério da Pescas marque defesos, brevemente não têm nada para pescar.

Quanto a nós, os lúdicos, ficamos em terra, em alternativa ao «bird watching», observamos as capturas massivas e desnecessárias de sargos e de outras espécies. Num salve-se quem puder.

Para o manejo do Sargo, as nossas propostas são:

- Aumento do tamanho mínimo

- Defeso de um mês para a pesca do sargo, para todos

- Valorizar o Sargo, pela reorganização do circuito de comercialização, evitando que o retorno ao pescador seja garantido unicamente pela quantidade de pescado capturado; o que acontece também na altura da desova, precisamente quando os sargos se agrupam?! Esta politica de rebentar com os recursos naturais é inaceitável.

- Monitorizar; quem pesca, como pesca, quando pesca, porque pesca, por quanto pesca, sabemos? Não?!

2 - Pesca lúdica no período entre o pôr-do-sol e o nascer do sol (pesca à noite)

Transcrevendo o que está no poster em anexo, «(3)no litoral rochoso, apenas nos pesqueiros autorizados.», Pergunta-se:

Podemos pescar em todos os locais, excepto as áreas de interdição, uma vez que são as únicas áreas não autorizadas que conhecemos?

Caso a resposta à questão anterior seja negativa, o que se entende por pesqueiro autorizado e quais os critérios utilizados para o classificar como tal?

Qual a legislação ou edital a consultar? Que tipo de sinalética está associada?

Estamos todos à espera do Ministério do Ambiente, ARHs do Alentejo e do Algarve.

3 - Pesca à quarta-feira

Abolir a proibição de pescar à quarta-feira, ou seguindo a lógica das praias concessionadas, permitir pescar todos os dias entre os meses de Outubro e Junho, fora da época balnear.

O Ministério do Ambiente continua a dizer que a proibição da pesca à quarta-feira é para manter. As razões evocadas são, a diminuição da carga de pesca e também a possibilidade de pessoas que não são pescadores usufruírem da linha de costa sem canas, linhas e sardinhas.

Quanto à primeira, não se entende, carga de pesca? Mas os senhores acham mesmo que um pescador lúdico cada vez que vai à pesca apanha 7,5 kg + 1 exemplar? Isso é só às vezes ou alguns. Quantas pessoas vão à pesca à quarta-feira? Carga de pesca?! São as ilegalidades praticadas aqui no Parque e zona circundante, e ainda as toneladas pescadas por oportunismo, que depois acabam a 3 ou 4€/kg de sargo, na lota. Isto não é a lei da oferta e da procura, a produtividade, é a má gestão dos recursos.

Quanto à segunda, medidas destas nada contribuem para a protecção da natureza, com respeito mútuo, o território é suficientemente grande para receber várias actividades em simultâneo. Integrar sim, segregar não.

As causas Naturais e Profissionais e outras são suficientes. Proibir sem nexo é contra producente.

4 - Como se pode apanhar

Qual a definição de faca de mariscar? Qual a largura máxima da peça de corte? E o comprimento, é indiferente?

A lei em vigor ao não especificar as dimensões e características, apresenta-se-nos pouco objectiva. Será que se pode utilizar a «faca de mariscar» tradicional (arrelhada)?

Utensílio para apanha de percebes – estabelecer as dimensões, mas deixar cada um usar a sua «faca de mariscar», mandada fazer à sua maneira. Comprimento total? Entre 40 cm e 80cm, de forma a permitir a apanha sem magoar as mãos e braços. Largura da peça metálica de corte? Entre 1 cm e 2 cm.

O que se entende por meio de captura não selectivo? Em particular, quais a razões que levaram a classificar o gancho como utensílio não selectivo?

No caso do gancho, queremos dizer que tradicionalmente, o gancho, no litoral alentejano é utilizado para a captura do polvo e para içar algum peixe de maior porte aquando da pesca à cana.

No site da DGPA, em perguntas e respostas frequentes para a pesca lúdica, pode ver-se que é permitido uma linha de mão (com fio muito grosso) com três anzóis para a captura de polvo, porque razão não se pode usar um só anzol preso na ponta de uma cana, cortada no cimo da falésia, antes de ir fazer a maré? Respeitando o máximo de 7,5 kg por maré e os 750g por exemplar.

O Ministério do Ambiente vai verificar e depois diz qualquer coisa.

5 – Quanto se pode apanhar

Na portaria 144/2009, artigo 11°, alínea 3, pergunta-se:

Porque razão o limite máximo de 30 kg não foi adoptado no caso de 3 ou mais praticantes embarcados?

Com a legislação actual:

O maior exemplar é considerado por embarcação ou praticante?

Podemos pescar 25 kg como máximo, excluindo o maior exemplar por praticante, sendo o número máximo de exemplares a contabilizar para o efeito, igual a 3, no caso de 3 ou mais pescadores a bordo?

Quanto aos 25 kg e não 30 kg, a responsabilidade é do Ministério da Pesca.

Confirma-se 1 exemplar por praticante.

6 – Coimas

Notificar o pescador lúdico, quando este não apresentar a licença no acto de fiscalização embora a tenha adquirido e portanto poderá apresenta-la às autoridades posteriormente. Caso se verifique que a licença tem data anterior à fiscalização o pescador não deve ser penalizado, ou quanto muito pagar uma multa simbólica de 1€.

O Ministério do Ambiente está de acordo, embora este aspecto esteja relacionado com o Decreto-lei 246/2000.A rever oportunamente, disseram-nos. Depende de mais alguns Ministérios.

7 – Certificação dos Percebes

Os apanhadores profissionais devem comercializar os percebes embalados com rótulo e selo PNSACV. Rastreabilidade é obrigatório (Regulamento CE Nº 178/2002). Local de embalagem: Lotas e/ou empresas certificadas pelo PNSACV. Este seria um passo importante para valorizar e preservar, ao criar mecanismos que ajudam a combater a apanha e comércio ilegal de «percebes».

A ASAE e o Ministério da Pesca têm autoridade nestas matérias, o Ministério do Ambiente não sabe bem... A Associação de Mariscadores da Costa Vicentina e Sudoeste Alentejano, com certeza agradece um pouco de organização e valorização do Percebe, e certamente que está interessada em participar na tão badalada co-gestão dos recursos.

8 – Pesca apeada com cana, como actividade profissional

Em reunião com o Sr. Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, ficou acordado que se iria trabalhar no sentido de criar condições para que se reconheça o pescador da cana, permitindo a comercialização de pescado capturado na pesca apeada com cana, a quem sempre viveu desta actividade e aos pescadores matriculados nos portinhos de pesca, estes últimos já profissionais na pesca embarcada.

Quais as possibilidades legais para reconhecer como actividade profissional esta prática secular?

Parece que o Ministério do Ambiente e as autarquias já falaram sobre este assunto, portanto temos que esperar até às próximas eleições para saber mais qualquer coisa.

9 - Quem pode apanhar

Quais os resultados e conclusões das medidas excepcionais que atribuíram a exclusividade aos residentes do PNSACV, no que respeita à apanha de marisco e percebes em particular?

Relativamente a esta questão de atribuir aos cidadãos residentes a exclusividade da apanha e proibir os não residentes, sabendo que o território em questão tem regras próprias, gostaríamos de saber se continua a fazer sentido, à luz das conclusões retiradas após 1 ano da entrada em vigor das portarias que regulamentam a pesca lúdica.

A separação entre pesca e apanha de marisco enquanto actividades lúdicas, como se pode apreciar no poster, simplifica e contribui para a objectividade que se pretende com a lei. Abrindo caminho para que se estude os aspectos quantitativos e qualitativos da actividade lúdica, tanto o número de praticantes como os efeitos e efectivos por espécie alvo, na pesca e na apanha. Para se concluir quanto ao estado dos recursos marinhos é fundamental fazer o acompanhamento da actividade profissional, a par da lúdica e dos outros factores que têm influência no habitat marinho.

Fica como está. Segundo o Ministério do Ambiente esta regra está a influenciar positivamente os recursos naturais costeiros.

10 - Tamanhos mínimos

Para lúdicos e profissionais, algumas espécies devem ser revistas e aumentando esse valor (ex. sargo e dourada).

O Ministério do Ambiente não podia estar mais de acordo, mas…O Ministério da Pesca não está para aí virado, os pescadores profissionais também não devem estar…e quem manda nisso é Bruxelas, portanto caladinhos.

11 – Áreas de interdição

Os pescadores e apanhadores de marisco profissionais também respeitam as áreas de interdição?

Caso isso não se verifique, qual o fundamento desta restrição para os lúdicos?

Áreas de interdição; a respeitar por todos, acompanhar evolução; zonas tampão: rotativas ou permanentes?

Por outro lado, pede-se para avaliar a possibilidade de pescar no molhe de Sagres, abrindo uma excepção dentro da zona de interdição, mas permitindo que crianças, idosos, deficientes ou outros possam desfrutar do prazer da pesca num local seguro e de fácil acesso.

Discussão do POPNSACV, sede própria. O Ministério do Ambiente está de acordo com a prática da pesca lúdica no molhe de Sagres. Vamos ver para quando.

12 - Acções de Sensibilização

Envolvendo lúdicos, profissionais, comerciantes e consumidores.

Discussão do POPNSACV, sede própria.

13 - Fiscalização eficaz

Comércio ilegal, quem vende e quem compra; pescador e apanhador lúdico e profissional

Discussão do POPNSACV, sede própria.

14 – Monitorização

Qualidade da água, efectivos por espécie, nº de praticantes, qualidade do pescado e marisco – saúde pública, etc.

Discussão do POPNSACV, sede própria.

15 – Verificação

Efeitos das regras aplicadas. Resultados e conclusões. Divulgação.

Discussão do POPNSACV, sede própria.

CONCLUSÃO:

- O próximo passo é reunir com o Ministério da Pesca.

- O Ministério do Ambiente disponibilizou-se a estar presente numa reunião com o Ministério da Pesca, no sentido de resolver algumas das questões pendentes. Para evitar que as questões sejam empurradas de uns para os outros como é costume.

- Estar presente na discussão do POPNSACV

NOTA: Aqui no Parque já há uma Agricultura do maotdr e outra do madrp, nada de novo. O mesmo território, a mesma anarquia democrática.

Com os melhores cumprimentos,


MOVPNSACV

Fonte: Oceanus Atlanticus

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Revista O Pescador - Edição de Março já nas Bancas

Esta edição em detalhe…



A ABRIR

Pág. 6 Reportagens, Entrevista e Notícias

A ‘nova Nauticampo’, uma exposição da Amorim & Dias e muito mais

Pág. 20 Especial: Como Se Tornar (Ainda) Melhor Pescador

Uma espectacular série de Miguel Leote com dicas úteis para qualquer pescador



Esta edição com a presença do OCEANO IBÉRICO - http://www.oceanoiberico.com/

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Á procura do melhor troféu...







Á procura do melhor troféu....

Companheiros de faina:

Miguel Soares
Rodrigo Zacarias
e
Márcio Romão

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Onde está o OCEANO IBÉRICO ???


O presente passatempo visa dar a conhecer os locais por onde passa o nosso símbolo.
Nas suas férias, fins-de-semana e momentos de lazer esteja sempre acompanhado do nosso logótipo. Vamos dar a conhecer por onde poderá passar o OI.
Envie uma foto onde esteja presente o logo do OI. Seja criativo e ganhe prémios.


REGULAMENTO DO PASSATEMPO OCEANO IBÉRICO



1.- São admitidas imagens em formato digital sobre o tema, "Onde está marca do Oceano Ibérico ?

2.- O tema poderá ser apresentado com imagens recolhidas em qualquer local exterior, em qualquer hora, de dia ou de noite, não sendo permitidas fotos concebidas em interiores.

3.- Qualquer imagem a concurso deverá contemplar o logótipo do Oceano Ibérico, logo que respeitadas as suas formas e cores originais.

4. - Podendo ser admitidas fotos a preto e branco, consideram-se válidas as imagens que nesta técnica contenham o logótipo do Oceano Ibérico em preto e branco.

5.- Não são admitidas fotos ou imagens, com montagens produzidas por processos informáticos.

6.- Os prémios a atribuir são estimados como peças surpresa e só após a reunião do júri são divulgados.

7.- O júri do concurso é constituído por elementos do Staff do Oceano Ibérico, não sendo permitida a discussão em fórum sobre a sua decisão.

8.- A entrega das peças a concurso deverá estar identificada com o nome do autor ou autores, bem como a data em que foi realizada.

9.- A data limite para entrega das imagens é 30 de Setembro de 2010.

10 - Todas as fotos colocadas a concurso são da exclusiva propriedade do seus autores.

11- O Oceano Ibérico reserva o direito de utilizar qualquer foto colocada a concurso, no âmbito restrito onde se insere cada foto, quer seja ou não premiada.

12- Para além da temática interna e do descrito neste regulamento, a utilização de qualquer foto, só poderá ser efectuada após autorização do seu autor, através de Mensagem Privada.



13 - Prémios

1º - Carreto de Spinning (Valor de Mercado: 120 Euros)
2º - Saco/Mochila para o Spinning
3º - Amostras Dansel e Kawaguchi


Patrocinadores Oficiais:
Lojas Maresia
Amigos do Mar
Pescavicentina.net
Capesca
Pesca & Companhia
Passatempo/Concurso em www.oceanoiberico.com

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Diário de um fim-de-semana de Spinning

Olá companheiros da faina,

Sabado, dia 30 de Janeiro de 2010.
Este fim-de-semana, com o mar a premitir uma saida para umas pescas, eu e mais 2 amigos (Miguel e Pedro Cortes), lá fomos á faina.

Escolhido o pesqueiro ainda de madrugada, e chegados ao local, o Miguel e o Pedro, começaram logo a fazer uns lançamentos....Já com o Miguel e o Pedro a pescar, e eu como sempre o mais atrasado (escolher a melhor amostra) lá me aproximei deles, e ao meu 1º lançamento, ferro logo um peixinho que veio logo para o famoso saco azul.


A partir de ai, ainda ferrei mais 2 peixes, mas a caminho, la se foram, para outras bandas, ou então, para as amostras do Pedro e do Miguel, que ferraram 2 bons peixes ( 3KG e 4KG)

Pedro Cortes

Miguel Soares

Domingo, dia 31 de Janeiro de 2010.
Mais uma jornada de Spinning, com que deu novamente frutos, na companhia, do TEAM RATO DO MAR (Rodrigo, Pedro e Miguel)

Despertador novamente para as 6 da matina, e com os supeitos do costume....

Desta vez, com a maré vazia, uns minutos mais tarde, o peixe não cooperou logo de imediato....tivemos de esperar mais uma hora e já no final vazante, ferro um bom peixe com a WESTLAB a amarelinha (lembram-se) que por "burrice" minha, não lhe mudei as fateixas de origem, e fez que o mesmo se desferra-se já quase aos meus pés, recebendo de brinde, a amostra, mas com as fateixas TODAS ABERTAS.

Mudei de amostra e entretanto o Pedro, ferra um bom peixe, com a amostra apelidada pelo TEAM de "sempre"....o Pedro ainda apanhou mais um Kileiro.




Mudados de pesqueiro, faço a melhor captura do dia, com um labrax de 2,700KG, mais uma vez, com a WESTLAB, desta vez a preta, em que o faminto animal, a engoliu toda, não ficando nem a palheta da amostra de fora.



Rodrigo Zacarias By "Oceano Ibérico"

domingo, 24 de janeiro de 2010

Robalos no Mira


Este sabado na companhia do Miguel Soares e do mais recente membro do Oceano Ibérico, Márcio Romão, que a partir desse dia, se tornou, já da lista longa, mais um viciado no Spinning, fomos até Vila Nova de Milfontes.

Enquanto o Miguel, dava as dicas, ao Márcio, iniciador desta modalidade, eu fui até à margem, fazer uns lançamentos e testar algumas amostras.

Lançamento para aqui, lançamento para ali, e já com o sol a perder de vista, surge um bom toque na cana, e vai de ouvir o Saragosa a cantar ligeiramente, com a matadora, para já de 2010, a WESTLAB Macua 140....

Minutos depois.....sai este robalo com 1,100Kg



Material utilizado:

Cana: Shimano Fireblood 3,00 mts 20-50
Carreto: Shimano Saragosa 4000
Linha: Power Pro 0,19 mm
Amostra: Westlab Macua 140

Até ao proximo fim-de-semana, com mais capturas, espero eu....

Rodrigo Zacarias