quinta-feira, 10 de julho de 2008

O Achigã - Reprodução


Heterossexual, promíscuo e agressivo


A reprodução do achigã reveste-se de unia importância inigualável na sua vida.
Sem predadores que não sejam os pescadores, a existência de um achigã adulto reduz-se à luta diária pela alimentação e ao esforço anual para fazer crescer a sua prole.
Vamos analisar algumas facetas deste importante acontecimento - um dos principais na vida do Micropterus salmoides. Um achigã adulto não tem que se proteger, nas albufeiras portuguesas, de outros predadores (excluindo os pescadores naturalmente), pelo que as actividades alimentar e reprodutiva são as duas actividades chave da sua existência. Após chegarem á idade Fértil (aliás, mais correctamente, ao tamanho fértil, já que a chegada à fase adulta está mais dependente do tamanho que da idade) os achigãs estão prontos a procriarem.
Os achigãs são heterossexuais, apesar de se terem já capturado indivíduos com tecido ovárico e testicular nas suas gónadas. Os exemplares com mais de 35 centímetros podem ser sexados com alguma precisão através da análise do orifício urogenital, que apresenta uma forma circular nos machos e elíptica ou em forma de pêra nas fêmeas (a partir de agora atenção aos orifícios urogenitais dos exemplares que pescarem). Com dissecação, as gónadas dos dois sexos são facilmente diferenciáveis. Os ovários das fêmeas são dois, alongados e de secção quase circular, podendo pesar, quando estão prestes a desovar, 10 por cento do peso total (ou seja, uma fêmea de dois quilos pode ter umas ovas de 200 gramas).

Tamanho mínimo para a reprodução

São referidos como tamanhos mínimos a partir dos quais os achigãs se podem reproduzir os 25 centímetros para as fêmeas e os 22 para os machos. Como se referiu na análise que se fez dos crescimentos (ver ACHIGÂ n. 2) um achigã pode ter este tamanho, e portanto reproduzir-se pela primeira vez, logo durante o primeiro ano de vida (por exemplo se viver nos trópicos), no segundo (nas albufeiras do Sul de Portugal), no terceiro (nas albufeiras do Centro e do Norte do nosso pais) ou até no quarto e quinto (no Norte dos EUA e Canadá). No entanto, a fecundidade das fêmeas mais velhas é superior à das mais jovens, pelo que a importância dos maiores exemplares na produção de juvenis num determinado ano/albufeira é maior.
Factores desencadeadores da postura
O achigã inicia o período reprodutivo, nas zonas temperadas, entre o fim do Inverno e o princípio da Primavera. O principal factor desencadeador da reprodução é a temperatura da água, como acontece, aliás, para o crescimento. Por estas e por outras razões é importante, para um achiganista que se preze, possuir um termómetro (associado ou não a uma sonda) que lhe permita, durante uma pescaria, obter valores da temperatura da água. Desta forma, e cruzando esta informação com outras (por exemplo o mês do ano, zona de Portugal, cor da água, tipo de estrutura e cobertura presente, declive das margens. entre outras), poderá ser mais eficiente na sua selecção de amostras, zonas a pescar, técnicas de trabalhar as amostras, etc. Como valor indicativo direi que, na Primavera, quando se atingem temperaturas de 15 a 24º C a reprodução pode-se dar. Todavia, outros factores contribuem para este fenómeno, como por exemplo, o comprimento dos dias, que aumentam nesta altura do ano.

Tipo de postura

As carpas espalham os seus ovos sobre vegetação e outros objectos submersos, as trutas e salmões enterram os seus ovos em zonas de gravilha onde a água circula, enquanto alguns peixes carregam os ovos na boca. Os achigãs pertencem ao grupo de peixes que constrói "ninhos" (nos quais se inclui também a perca sol). Estes ninhos não são mais que depressões criadas pelo achigã na zona de postura. Durante a preparação do acasalamento o macho escolhe um local para fazer o ninho, geralmente em água pouco profunda (entre 30 centímetros e 1,30 metros). Embora os ninhos possam ser feitos em qualquer sítio de uma albufeira, são geralmente escolhidas zonas protegidas dos ventos dominantes; sendo muitas vezes realizados próximos de áreas que ofereçam protecção com rochas, troncos de árvores, etc. Numa albufeira as margens expostas a sul e mais protegidas do vento aquecerão mais depressa iniciando aí o achigã o acasalamento mais cedo. Os ninhos estão geralmente separados por dois ou mais metros, a não ser que uma obstrução impeça que os machos de dois ninhos mais próximos se vejam. Durante a construção do ninho o macho coloca a sua cabeça no centro e com movimentos vigorosos afasta os detritos à sua frente. Depois, com a cabeça outra vez no centro, roda à volta desta zona, dando ao ninho uma forma circular (que fica assim com um diâmetro Igual a duas vezes o comprimento do macho). O macho pode depois realizar limpezas regulares no ninho que construiu afastando materiais com a sua boca ou com movimentos de água gerados pelos opérculos.
Geralmente a postura da fêmea no ninho dá-se durante a madrugada ou o anoitecer. Apesar de ouvir de pescadores portugueses a afirmação de que o acasalamento do achigã se realizará durante noites de lua cheia, não conseguimos encontrar na literatura científica confirmação deste facto. É possível que nestas noites, devido à maior luminosidade existente, os achigãs consigam utilizar a visão mais eficientemente que noutras noites para procurar um parceiro e realizar o acasalamento.
O macho, depois de ter construído o ninho, parte nervosamente à procura de fêmeas receptivas. Ao conseguir convencer uma a acompanhá-lo até ao ninho, estimula-a por contacto físico a pôr os seus ovos. Ambos os peixes sofrem mudanças de cores multo vivas. Durante o acasalamento o par nada sobre o ninho com os seus ventres em contacto, sendo os ovos e o sémen emitidos com movimentos espasmódicos. Um período de repouso segue-se, repetindo-se depois todo este processo várias vezes (até seis). A postura termina quando a fêmea se retira e o macho fica entregue à tarefa de cuidar dos ovos. Um macho pode atrair mais do que uma fêmea para o seu ninho e uma fêmea pode igualmente realizar a postura em ninhos de vários machos (é por isso que se refere esta espécie em relação ao acasalamento como promíscua). São referidos ninhos com posturas de sucesso com de 5000 a 40000 ovos. Os ovos, após serem fertilizados descem para o fundo e aderem ao substrato. Um ovo fertilizado é esférico, amarelo alaranjado e tem de 1,4 a 1,8 milímetros de diâmetro.

Alimentação durante a reprodução

O macho não se alimenta enquanto guarda o ninho, tarefa que se pode prolongar por várias semanas após os ovos eclodirem. Porém, a sua agressividade fá-lo abocanhar um peixe, lagostim ou amostra que se movimente nas proximidades do ninho. É por este facto e por a população adulta se encontrar próximo da margem durante a reprodução que a pesca nesta altura pode ser muito efectiva. Daí a razão do defeso reprodutivo para a espécie.

Gestão

Actualmente em Portugal encontra-se definido um período de defeso para o achigã que, teoricamente, deveria abarcar o período reprodutivo da espécie. Cada albufeira, nas suas variadas vertentes, deve ser gerida individualmente. Para a reprodução a mesma teoria de base é naturalmente defensável, já que. como referimos em cima, as épocas de postura e a sua duração são variáveis ao longo do nosso país. Em Portugal é necessário definir com precisão as épocas reprodutivas e a sua duração, pelo menos em algumas albufeiras tipo do Centro e Sul. Apenas com base nestes dados se poderão, caso se julgue necessário, definir períodos de defeso que protejam a espécie nesta fase crítica.
Sem querer entrar em polémicas. já que alguns associados da APPA mostraram opiniões contrárias à existência do defeso, enquanto outros se "bateram" pela sua implementação, poderemos dizer, com base em trabalhos americanos, que se os peixes pescados durante o defeso forem integralmente largados na zona de captura voltarão para os ninhos e completarão a sua reprodução sem prejuízos para a produção de jovens desse ano. Ou seja. a prática real daquilo a que os americanos chamam "catch and release" (pesque e liberte), pode compatibilizar a pesca durante o período reprodutivo com a gestão eficiente de uma albufeira onde se considere vantajoso proteger a postura. É que, como se sabe, alguns dos maiores exemplares capturados e alguns dos períodos mais produtivos e emocionantes de pesca ocorrem durante esta época. E que esta é uma das melhores alturas para levar iniciados à pesca e contagiá-los mais facilmente com esta actividade.
Fonte: APPA
Rodrigo Zacarias By "Ocean Atlantic"

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Regresso ao Santuário



Após uns dias sem lá ir ao Oceano, este sábado fiz-me acompanhar pelo Miguel (Rato) e pelo André, para mais uma pescaria.
Pelas 6h da manhã lá começamos a pescaria, eu e o Miguel com um spinning e o André ao tento, após 1,30h demos por terminado o spinning e passamos um carreiro e fomos tentar uns sargos e safias á chumbadinha, momentos depois tambem com a companhia do André.
Concluindo esteve uma óptima manhã com o tempo um pouco encoberto mas com uma temperatura agradável, até por volta das 11h foram saindo uns peixes, a partir dai, o sol rompeu e começou a raiar já bem alto e com isto apareceram as amigas bogas, pelo que ás 11,30h demos por terminada a nossa pescaria, com uma teca boa de peixe ( robalos, sargos, safias, viuvas ), foram ainda devolvidos alguns exemplares juvenis de robalo, safias e sargos.





Técnica usadas:
Pesca á Chumbadinha e Tento e Spinning.
Material usado: Cana Geológic Lure 2,70m Médium action 20-40gr.
Carretos Shimano Symetre 4000fi. Linha wiplash Crystal - 0.10mm. Baixo Trabucco T Force - 0.35.
Material usado: Cana Hiro Power X - 6m e Barros Power Striker 6m e autuna 7m.
Carrecto Vega Majesty 40 e Daiwa BG15.
linha yo-zuri Mirage 0,26,5mm e Colmic Fendreel 0,30.
Chumbos de correr tipo oliva de 8gr.
Anzois haybusa nº 2 e Mustad nº2.
Iscos: Sardinha esmagada engodar.
Camarão congelado e lombo de sardinha.

Rodrigo Zacarias By "Ocean Atlantic"

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Dourada 4,00 Kg




Dourada de quase 4Kg capturada esta tarde/noite por Zé Lourinho, um dos bons pescadores desportivos de Odemira.


Parabens ao Pescador.





Rodrigo Zacarias By "Ocean Atlantic"

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Enciclopédia de várias Espécies

Truta Marisca (Salmo trutta trutta ) - Sea Trout
Meio ambiente: Pelágica; água salgada;
pH: -
Profundidade: 5-50m.
Clima: Temperado;
Temperatura: 24º B
iologia: Prefere as frias e bem oxigenadas águas com limites de tolerância menores que truta arco-íris. Escolhe grandes correntes nas zonas montanhosas com cobertura de rochedos, vegetação e reentrâncias. É maioritariamente diurna e alimenta-se de insectos, moluscos, crustáceos e pequenos peixes. Matura em 3-4 anos com reprodução nos rios e ciclo parecido com o salmão.


Tintureira (Prionace Glauca) - Blue Shark
Meio ambiente: Pelágica; oceânica;
pH: -
Profundidade: 0-350m.
Clima: Subtropical;
Temperatura: 7-21º
Biologia: Oceânica mas pode ser encontrada muito perto da costa. Normalmente encontrada até aos 150m. Vista em estuários. Come peixes vertebrados, pequenos tubarões, lulas, caranguejos vermelhos pelágicos e ocasionalmente peixes marinhos e lixo. Matura em 4-5 anos e com 250cm.


Solha (Pleuronectes platessa) - European Plaice
Meio ambiente: Grande imersão; não-migratória;
pH: -
Profundidade: 0-200m.
Clima: Temperado.
Temperatura: 2 - 15°C
Biologia: Vive em fundos mistos. Os espécimes mais novos são frequentes nas praias planas de banho. Alimenta-se principalmente em moluscos de casca fina e polychaetes. Muito activo durante a noite em águas baixas enquanto permanece enterrado na areia durante o dia. estacionário por longos períodos. É o mais importante peixe plano da pesca Europeia.


Siluro (Silurus glanis) - Wels catfish
Meio ambiente: Grande imersão; não-migratório; água doce;
pH: -
Profundidade: 0-30m.
Clima: Temperado;
Temperatura: 4-20º
Biologia: Aparece normalmente em grandes lagos e rios. Conhecido por se alimentar de noite de patos e pequenos peixes. Vários países queixam-se de sério impacto ecológico negativo após a introdução. A população mínima duplica-se de 4.5-14 anos.

Sargo Legítimo (Diplodus sargus) - White seabream
Meio ambiente: Oceânico; grande imersão;
pH: -
Profundidade: 5-50m.
Clima: Temperado a subtropical;
Temperatura: -
Biologia: Habita as zonas rochosas costeiras. como os outros membros da sua família, é muito activo e frequenta a zona de rebentamento, de preferência ao nascer do sol. Alimenta-se de conchas e outros invertebrados bênticos que retira do sedimento.




Salmão (Salmo salar) - Atlantic salmon
Meio ambiente: Bentopelágico; anadromous;
pH: -
Profundidade: 0-10m.
Clima: Temperado.
Temperatura: 2 - 9°C
Biologia: As crias ficam em água doce de 1-6anos, depois migram para o oceano onde permanecem de 1-4anos para voltar aos rios e à agua doce para procriar. Activos durante o dia. Alimentam-se de moluscos, crustáceos, insectos, lulas, camarões e peixe. Algumas populações em lagos estão fechadas sem acesso ao mar. Preferem as temperaturas frias.




ROBALO (Dicentrarchus labrax) - European Seabass
Meio ambiente: Oceânico;
pH: -
Profundidade: 10m.
Clima: Temperado a subtropical.
Temperatura: 8 - 24°C
Biologia: Habita a zona litoral em vários tipos dos fundos e estuários, em lagoas e ocasionalmente em rios. Inscreve águas litorais e bocas de rio no verão, mas migra com tempo mais frio. Os peixes novos dão forma à escola, mas os adultos parecem ser menos gregários. Alimentações principalmente em camarões, moluscos e peixes. Os ovos são pelágicos.




Peixe espada (branco) (Lepidopus caudatus) - Silver scabbardfish
Meio ambiente: Grande imersão; oceânico;
pH: -
Profundidade: 100 - 600m
Clima: -
Temperatura: -
Biologia: Aparece na placa continental, ao longo da sua beira até a uma máxima descida de 600m. Usualmente está nos fundos arenosos dos 100 aos 250m. Migra para aguas médias de noite. Forma cardumes e alimenta-se de crustáceos, lulas pequenas e peixe.





Lampreia do mar (Petromyzon marinus) - Sea lamprey
Meio ambiente: Grande imersão;
pH: -
Profundidade: 1 - 650m
Clima: Temperado.
Temperatura: 5 - 20ºC
Biologia: Vive como adulta no mar durante cerca de 30 meses. As larvas vivem nos rios e alimentam-se de microorganismos e detritos. Entra nos estuários para se reproduz na Primavera. Alimentam-se de peixes mortos ou moribundos, mas também é capaz de se colarem a peixes saudáveis grandes para chupar o sangue e carne destes, segrega um anticoagulante para não mater a vitima


Garoupa (Epinephelus itajara) - Itajara
Meio ambiente: Associado aos coráis; Oceânico;
pH: -
Profundidade: 100m.
Clima: Subtropical;
Temperatura: -
Biologia: Uma espécie solitária que aparece nas zonas baixas da costa, como rochas, corais e fundos barrentos. Alimentação à base de crustáceos, particularmente de lagostas, bem como de tartarugas e peixes incluindo raias. Muito territorial perto do seu refúgio. Os espécimes maiores são conhecidos por atacar inclusive mergulhadores.


Ferreira (Lithognathus mormyrus) - Striped seabream
Meio ambiente: Bento pelágico; oceânica;
pH: -
Profundidade: 0-150m
Clima: Subtropical.
Temperatura: 3 - 35°C
Biologia: Encontram-se em fundos lodosos bem como nos cobertos com vegetação submarina. Gragários e às vezes formam formidáveis cardumes. Alimentam-se de minhocas, moluscos e pequenos crustaceos. Hermafrodita


Espadarte (Xiphias gladius) - Swordfish
Meio ambiente: Pelágico; oceânico;
pH: -
Profundidade: 0 - 800m
Clima: Temperado.
Temperatura: 5 - 27ºC
Biologia: Migra para águas mais frias no Verão, volta para aguas mais quentes no Outono. Os adultos alimentam-se num espectro vasto de profundidade e usam a sua espada para matar a presa. A alimentação é normalmente peixes, mas também pode conter crustáceos e lulas. A desova no Atlântico na Primavera no sul do mar dos sargaços.
Enguia (Anguilla anguilla) - European Eel
Meio ambiente: Grande imersão; catadromous;
pH: -
Profundidade: 0-30m.
Clima: Temperado;
Temperatura: 4-20º
Biologia: As pequenas enguias crescem em água doce, até uma idade de 6-12 anos para os machos e 9-20anos para as fêmeas, período após o qual migram para o mar onde habitam as profundezas. Numa idade de 6-30anos dá-se uma mudança de aspecto, olhos alargam-se, cabeça pontiaguda e pele escurece nas costas. Alimenta-se de quase tudo o que puder na fauna marinha.

Chaputa (Brama brama) - Atlantic Pomfret
Meio ambiente: Pelágico; Oceânico;
pH: -
Profundidade: 0-1000m.
Clima: Subtropical;
Temperatura: 12 - 24ºC.
Biologia: Espécie oceânica e epipelágica, também encontrada a profundidades como os 1000m. Ocasionalmente aparece perto da costa. Migração sazonal, que ocorre em pequenos cardumes com movimentos aparentemente ocasionados pela temperatura. Alimenta-se com pequenos peixes, cefalópodes, amfipodes e euphasides.


Carpa (Cyprinus carpio carpio) - Common carp
Meio ambiente: Bento pelágico; não migratória;
pH: 7.0 - 7.5;
Profundidade: -
Clima: Temperado.
Temperatura: 3 - 35°C
Biologia: Resistente e muito tolerante a uma grande variedade de condições mas geralmente favorece grandes espaços com águas lentas ou paradas com fundos de sedimento mole. São omnívoras, alimentam-se de insectos aquáticos, crustáceos, anelídeos, moluscos, ervas, plantas aquáticas e algas. Desovam na primavera e verão, largando os ovos pegajosos na vegetação.



Carapau (Trachurus trachurus) - Atlantic Horse Mackerel
Meio ambiente: Pelágico; Oceânico;
pH: -
Profundidade: 600m.
Clima: Subtropical;
Temperatura: -
Biologia: Forma grandes cardumes nas zonas costeiras com substrato arenoso. Alimentação de peixes, crustáceos e cefalópodes. Dividem-se em dois grupos, os da zona Oeste e os da zona do mar do norte. Os da zona oeste procriam desde a Baia da Biscaia até a Irlanda, os do Mar do Norte na zona sul desse mar. As fêmeas dão 140.000 ovas, e desenvolvem-se em larvas de 5mm


Barbo (Barbus barbus) - Barbel
Meio ambiente: Bento pelágico;
pH: -
Profundidade: 0 - 10m
Clima: Temperado.
Temperatura: 10 - 24ºC
Biologia: Tem preferência pelas mais fundas e rápidas correntes de rio com fundos de pedra ou gravilha. Alimenta-se maioritariamente de invertebrados benticos, como pequenos crustáceos, larvas de insectos e moluscos. A desova ocorre de Maio a Julho depois do Barbo ter migrado pelo rio acima. Os ovos são venenosos.



Abrotea (Phycis blennoides) - Greater forkbear
Meio ambiente: Bento pelágica; não migratória; oceânica;
pH: -
Profundidade: 10 - 800m
Clima: Temperado.
Temperatura: -
Biologia: Encontrada nos fundos arenosos e barrentos. Os mais novos passam mais tempo na costa e na placa continental enquanto os adultos se aventuram e migram no declive da placa. Alimenta-se principalmente de moluscos e peixes. Normalmente não excede os 45cm.






ACHIGÃ (Micropterus salmoides ) - Largemouth bass
Meio ambiente: Bento pelágico; água doce;
pH: 7.0 - 7.5;
Profundidade: 7m.
Clima: Temperado;
Temperatura: 10 - 32°C.
Biologia: Habita lagos, albufeiras, pântanos e rios com vegetais. Os adultos alimentam-se de peixes e rãs, os pequenos de crustáceos, insectos e pequenos peixes. Às vezes são canibais. Não se alimenta durante a desova, assim como quando a temperatura desce abaixo dos 5º e sobe acima dos 37º


Baila (Dicentrarchus punctatus) - Spotted seabas

Meio ambiente: Pelágica; oceânica;
pH: -
Profundidade: 0-30m
Clima: Subtropical.
Temperatura: -

Biologia: Especie costeira. Aparece em todos os tipos de fundos e até ocasionalmente sobe o rio. Alimenta-se principalmente de camarões e moluscos mas também de outros peixes mais pequenos.




Rodrigo Zacarias By "Ocean Atlantic"

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Convivio PescaDesportiva.PT - Almograve 2008

Bom, mais um convivio do PescaDespotiva.PT se realizou este sábado, na companhia de grandes amigos, membros deste grandioso site de Pesca Desportiva.


Como não sou de grandes conversas, aqui ficam, algumas fotografias do grandioso encontro dos membros deste forum.


















Rodrigo Zacarias By "Ocean Atlantic"

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Últimas Aquisições

As minhas 3 novas aquisições desta semana:




OSP Yamato P-64 PEARL / CHART BACK

Lucky Craft Gunfish 115 - Zebra American Shad

Creek Chub Knuckle Head Mackerel


Rodrigo Zacarias By "Ocean Atlantic"

terça-feira, 17 de junho de 2008

Cormoran Chronos AL 4000 - Spinning








- 9 Rolamentos
- Infinite anti-reverse
- Embraiagem ajustável na bobine
- Manivela em Aluminio CNC
- Asa de cesto POWERBAIL
- Bobine em aluminio
- Bobine extra em aluminio
- Rolamento Anti-twist
- Longlife bail spring
- Pega da manivela em material "Soft Touch"


Ideal para o Spinnig e disponivél dentro dos 95,00€

Rodrigo Zacarias By "Ocean Atlantic"

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Revista O Pescador - Agora SIM!


Com a chegada às bancas desta publicação, a pesca lúdica passa, finalmente, a contar com uma revista independente, moderna e completamente baseada na realidade do nosso País, do sector, dos praticantes e do mercado.

Esta não vai ser uma revista distraida e esquecida das dificuldades que os praticantes e amantes de desta modalidade como eu, enfrentam, por causa de factores tão diversos como a lei da pesca de mar, a nova lei da pesca em águas interiores ou até as novas normas da nautica de recreio.

Pelo contrário, a revista O PESCADOR nasce para vestir a camisola, para assumir a tarefa de proteger, defender e apoiar, incansavelmente, o nosso desporto e todos os que o amam.
Vestimos a camisola porque, na pesca lúdica, apesar das enormíssimas potencialidades que temos, e apesar dos grandes esforços feitos por incontáveis pessoas, está muita coisa para fazer, muita coisa para alcançar.

Mas a pesca não começa nem acaba no peixe. É muito mais complexa e fascinante e simplesmente não coube nesta 1º edição.

Parabens ao Dinis Ermida, por fazer nasçer este novo espaço.

Rodrigo Zacarias By "Ocean Atlantic"

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Reservas de Corais Ameaçadas

Os cientistas descobriram que os resíduos de protector solar que ficam na água do mar são extremamente danosos para os corais. De acordo com o estudo publicado no Environmental Health Perspectives, os componentes químicos das loções que bloqueiam os raios ultravioleta solares provocam uma infecção viral que causa o branqueamento dos corais, provocando a sua morte.
"Nós comparámos diferentes marcas, factores de protecção e níveis de concentração e todos os produtos causaram o branqueamento dos corais duros", escreveu o líder da investigação, Roberto Danovaro, da Universidade Politécnica de Marche, em Itália.

O estudo - realizado no México, Indonésia, Tailândia e Egipto - mostrou que os danos ocorrem mesmo com pequenas quantidades do produto. Ainda segundo os investigadores, 78 milhões de turistas visitam anualmente regiões onde há reservas de corais, concentrando-se na sua maioria - 90 por cento - em dez por cento das áreas de corais. Os especialistas referem que um mergulho de 20 minutos já é suficiente para deixar 25 por cento dos componentes químicos dos protectores solares na água.

"Com estas estimativas, nós acreditamos que até dez por cento das reservas de corais do mundo estão ameaçadas pelo branqueamento causado pelos protectores solares", referem os investigadores, que pedem leis ambientais que limitem o contacto humano com corais em áreas onde outras ameaças ambientais, como uma crescente temperatura do mar, estejam presentes.

Rodrigo Zacarias By "Ocean Atlantic"

domingo, 25 de maio de 2008

Praia da Carraca - Droga Apreendida


A Guarda Nacional Republicana recolheu no passado dia 16 de Maio mais de sete fardos de haxixe provenientes da "lancha voadora" que sexta-feira encalhou na praia da Carraca, Cavaleiro, Concelho de Odemira, quando traficava droga de Marrocos.

Os fardos de droga, com cerca de 40 quilos cada, estavam no mar e foram recolhidos após buscas que começaram ao início da manhã.

A "lancha voadora" dos traficantes tinha uma potência de cerca de 1.000 cavalos, sendo embarcações do tipo semi-rígido (casco em fibra com flutuadores) e de cor preta para dificultar a detecção. Na operação desencadeada em terra, que envolveu 35 militares, as autoridades apreenderam também duas carrinhas para onde estava a ser transferida a mercadoria e um carro usado pelos traficantes para vigiar os movimentos das autoridades na costa.

NOTA: Foi pena que tudo isto, tenha levado a que a embarcação não fosse recolhida do local pelas autoridades competentes, deixando um vasto amontoado de lixo na nossa costa.
É precisso ter lata.......











Rodrigo Zacarias By "Ocean Atlantic"